Grace Kelly, © Edward Quinn Archive15.4.09
O essencial e o secundário
Grace Kelly, © Edward Quinn Archive13.4.09
12.4.09
Qualquer coisa de paz
11.4.09
Ser a excepção

9.4.09
8.4.09
New York, New York ... it's a wonderful town
Frank Sinatra, Gene kelly and Jules Munchin
On the Town, 1949, Musical com composições de Leonard Bernstein e letras de Adolph Green e Betty Comden
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7.4.09
Ver o Outro
5.4.09
Podemos acreditar?
É preciso falar de política quando ela cumpre duas das suas funções mais importantes: dar esperança, propor soluções. É nesta linha que se enquadram algumas intenções que Barak Obama apresentou hoje em Praga, a ler neste artigo .Torre Eiffel, 120 anos
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4.4.09
To Think of Time
3.4.09
Despertar a ausência
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2.4.09
Roma, cidade eterna
Como eterno pode ser o breve, a construção de um desejo, o silêncio
Como eterno pode ser o mundo das coisas que amámos sem saber
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31.3.09
Los Chalchaleros - Chacarera De Un Triste
Para que quiero vivir
Con el corazón desecho
Para que quiero la vida
Después de lo que me has hecho.
Yo te dí mi corazón
El tuyo vos me entregaste
Con engaños hacia el mío
Prenda lo despedazaste.
Hay porque fuiste tan cruel
Si tu franqueza esperaba
Porque jugaste conmigo
Si te idolatraba
Yo del mundo olvidé
Desengaños y amarguras
Pero lo que vos me hiciste
Prenda en mi alma perdura.
No hay remedio ya lo sé
Para que voy a buscarlo
Tan desecho tengo el alma
Que inutil será ...
Seguí guitarra seguí
Seguí como yo llorando
Compañera hasta la muerte
Seguí mi alma consolando.
Cantando me pasarée
Muy triste esta chacarera
Pueda ser de que me alegre
En el instante en que muera.
Terras do fim do mundo
O fim do mundo é onde a terra acaba e com ela a possibilidade de uma sobrevivência humana continuada. É aonde, um dia, todos gostaríamos de ir. O "fim do mundo" guarda a chave do que nos ultrapassa. Ali chegados, um outro lugar mais longínquo nasce no olhar, na imaginação. Porque não concebemos um fim nem um princípio. Somos filhos do que já existe. Fica-se entre a grandeza e o aprisionamento da Terra, ideia tão clara e tão própria ao pensamento humano. 30.3.09
Homens (4)
29.3.09
Não tenho certezas
Não tenho certezas, mas dúvidas. Não tenho respostas, mas perguntas.
Não tenho pena, mas saudade. Não espero por nada, mas posso dar tudo.
Acredito somente no amor.
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Só o que sentimos é nosso, nada mais
Quanto mais os anos passam, mais frágeis ficamos. E quanto mais nos expomos à vida, aos outros, menos resistências guardamos. Talvez por sabermos que à medida que a vida avança decrescem as oportunidades de viver algo de maior do que a simples existência diária.
Começa a haver o sentido da perda que por vezes fala mais alto do que o risco do provento imediato. Mas a resignação à existência numa vida diária de tarefas tem algo de profundamente triste, mas também uma certa nobreza própria aos que se não encaram como crença, aos que se amam a si mesmos apenas o suficiente. Os que sabem disto, vão então procurar o essencial na simplicidade, nos pequenos detalhes e aprendem que a matéria não é nada, "que o essencial é invisível para os olhos". Porque só o que sentimos é nosso, nada mais.
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27.3.09
duas frases para uma noite
25.3.09
24.3.09
Momento de divã
Eu sei que de pouco adiantam as explicações psicológicas como forma de ultrapassar os desaires amorosos. Mais ainda, o que pensávamos ser uma "maldição de amor" ou um tendência própria, tem afinal um nome de doença e é, portanto, vulgar no ser humano. Ora aqui está uma doença que me assenta que nem uma luva e que é descrita por Alain Botton após um desenlace infeliz:23.3.09
Um sorriso, um abraço
22.3.09
Here and Now, 29 de Maio no Pavilhão Atlântico
21.3.09
Amar
Retrato de Paul Newman e Joanne WoodwardPaul Newman e a sua mulher, Joanne Woodward numa cena do filme: WUSA realizado por Stuart RosenbergPoema para um dia de poemas
Atravessa esta paisagem o meu sonho dum porto infinito
Liberto em duplo, abandonei-me da paisagem abaixo...
Não sei quem me sonho...
19.3.09
Momentos
17.3.09
A Construção da Noite
Há um poema de Jorge Luis Borges, "A História da Noite", que começa por dizer:
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16.3.09
Sem que ninguém saiba, nem o espelho
15.3.09
Anoitece e é Domingo
Idade
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14.3.09
complexidade
13.3.09
Sedução
A sedução é o movimento mais puro do poder. É uma ousadia que se expõe, que se arrisca; a ousadia da entrega com o propósito claro de se receber. Mesmo que se jogue o mistério, a partilha de uma intimidade secreta, o domínio, tem ela sempre o impulso para o exterior, para o risco. Todas as formas da natureza têm essa dimensão, mostra-lhes a sua essência; A sedução é um exercício para a consciência de ser da espécie, ao mesmo tempo que ausenta o sedutor da sua insignificância enquanto um só. É sempre uma energia de comunicação.
12.3.09
Há cidades cor de pérola onde as mulheres

Há cidades cor de pérola onde as mulheres
às vezes param, e são morosas
10.3.09
Aqui estamos

Aqui estamos nós tentando o nosso melhor para dar um sentido a cada passo. Debatendo-nos para encaixar todas as peças de um passado que fluta sobre as ondas. Aqui estamos nós com vontade de fazer renascer as sensações que nos deram um misto de ilusão e de crença. E vamos pelas manhãs travando lutas com um outro que espera dentro de nós a sua vez. E vamos pelas tardes recolhendo pedaços de vida, tentando respirar mais fundo, tentando desenhar uma nova vida. E esperamos, qualquer coisa de inconcreto, a boa nova, dias perfeitos, a felicidade.
8.3.09
Ao meio-dia na nossa vida
Robert Musil, in O Homem sem Qualidades (I)



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