30.4.09
O Beijo
Jantar com amigos
28.4.09
É no dar que a solidão se esbate
27.4.09
O bem de sermos diferentes
26.4.09
Da Noite
.23.4.09
Da Liberdade
Nunca acreditei que a liberdade do homem consiste em fazer o que quer, mas sim em nunca fazer o que não quer, e foi essa liberdade que sempre reclamei, que muitas vezes conservei, e me tornou mais escandaloso aos olhos dos meus contemporâneos. Porque eles, activos, inquietos, ambiciosos, detestando a liberdade nos outros e não a querendo para si próprios, desde que por vezes façam a sua vontade, ou melhor, desde que dominem a de outrem, obrigam-se durante toda a sua vida a fazer o que lhes repugna, e não descuram todo e qualquer servilismo que lhes permita dominar.
22.4.09
Não penses para amanhã
."Não penses para amanhã. Não lembres o que foi de ontem. A memória teve o seu tempo quando foi tempo de alguma coisa durar. Mas tudo hoje é tão efémero. Mesmo o que se pensa para amanhã é para já ter sido, que é o que desejamos que seja logo que for. É o tempo de Deus que não tem futuro nem passado. Foi o que dele nós escolhemos no sonho do nosso absoluto. Não penses para amanhã na urgência de seres agora. Mesmo logo à tarde é muito tarde. Tudo o que és em ti para seres, vê se o és neste instante. Porque antes e depois tudo é morte e insensatez. Não esperes, sê agora. Lê os jornais. O futuro é o embrulho que fizeres com eles ou o papel urgente da retrete quando não houver outro. "
20.4.09
Felizmente o nosso espírito é livre
Fotografia de Lynda Logan, Paris, 2001.
19.4.09
Cheguei de visita ao poeta
18.4.09
Mas até a isso se sobrevive ...
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Há estas coisas terríveis na vida: a condenação, a morte dos que amamos e quando temos que matar o amor que sentimos. Mas até a isto, por vezes, se sobrevive.
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17.4.09
Nunca é tarde demais
.(para a personagem Rose (Sihame Haddad) do filme Caramel de Nadine Labaki )
15.4.09
Winds of Change
But the march continued anyway. About 300 Afghan women, facing an angry throng three times larger than their own, walked the streets of the capital on Wednesday to demand that Parliament repeal a new law that introduces a range of Taliban-like restrictions on women, and permits, among other things, marital rape. (...)
O essencial e o secundário
Grace Kelly, © Edward Quinn Archive13.4.09
12.4.09
Qualquer coisa de paz
11.4.09
Ser a excepção

9.4.09
8.4.09
New York, New York ... it's a wonderful town
Frank Sinatra, Gene kelly and Jules Munchin
On the Town, 1949, Musical com composições de Leonard Bernstein e letras de Adolph Green e Betty Comden
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7.4.09
Ver o Outro
5.4.09
Podemos acreditar?
É preciso falar de política quando ela cumpre duas das suas funções mais importantes: dar esperança, propor soluções. É nesta linha que se enquadram algumas intenções que Barak Obama apresentou hoje em Praga, a ler neste artigo .Torre Eiffel, 120 anos
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4.4.09
To Think of Time
3.4.09
Despertar a ausência
.
2.4.09
Roma, cidade eterna
Como eterno pode ser o breve, a construção de um desejo, o silêncio
Como eterno pode ser o mundo das coisas que amámos sem saber
..
31.3.09
Los Chalchaleros - Chacarera De Un Triste
Para que quiero vivir
Con el corazón desecho
Para que quiero la vida
Después de lo que me has hecho.
Yo te dí mi corazón
El tuyo vos me entregaste
Con engaños hacia el mío
Prenda lo despedazaste.
Hay porque fuiste tan cruel
Si tu franqueza esperaba
Porque jugaste conmigo
Si te idolatraba
Yo del mundo olvidé
Desengaños y amarguras
Pero lo que vos me hiciste
Prenda en mi alma perdura.
No hay remedio ya lo sé
Para que voy a buscarlo
Tan desecho tengo el alma
Que inutil será ...
Seguí guitarra seguí
Seguí como yo llorando
Compañera hasta la muerte
Seguí mi alma consolando.
Cantando me pasarée
Muy triste esta chacarera
Pueda ser de que me alegre
En el instante en que muera.
Terras do fim do mundo
O fim do mundo é onde a terra acaba e com ela a possibilidade de uma sobrevivência humana continuada. É aonde, um dia, todos gostaríamos de ir. O "fim do mundo" guarda a chave do que nos ultrapassa. Ali chegados, um outro lugar mais longínquo nasce no olhar, na imaginação. Porque não concebemos um fim nem um princípio. Somos filhos do que já existe. Fica-se entre a grandeza e o aprisionamento da Terra, ideia tão clara e tão própria ao pensamento humano. 30.3.09
Homens (4)
29.3.09
Não tenho certezas
Não tenho certezas, mas dúvidas. Não tenho respostas, mas perguntas.
Não tenho pena, mas saudade. Não espero por nada, mas posso dar tudo.
Acredito somente no amor.
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Só o que sentimos é nosso, nada mais
Quanto mais os anos passam, mais frágeis ficamos. E quanto mais nos expomos à vida, aos outros, menos resistências guardamos. Talvez por sabermos que à medida que a vida avança decrescem as oportunidades de viver algo de maior do que a simples existência diária.
Começa a haver o sentido da perda que por vezes fala mais alto do que o risco do provento imediato. Mas a resignação à existência numa vida diária de tarefas tem algo de profundamente triste, mas também uma certa nobreza própria aos que se não encaram como crença, aos que se amam a si mesmos apenas o suficiente. Os que sabem disto, vão então procurar o essencial na simplicidade, nos pequenos detalhes e aprendem que a matéria não é nada, "que o essencial é invisível para os olhos". Porque só o que sentimos é nosso, nada mais.
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27.3.09
duas frases para uma noite
25.3.09
24.3.09
Momento de divã
Eu sei que de pouco adiantam as explicações psicológicas como forma de ultrapassar os desaires amorosos. Mais ainda, o que pensávamos ser uma "maldição de amor" ou um tendência própria, tem afinal um nome de doença e é, portanto, vulgar no ser humano. Ora aqui está uma doença que me assenta que nem uma luva e que é descrita por Alain Botton após um desenlace infeliz:









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